quinta-feira, 23 de setembro de 2010

O Ministério da Cultura informa sobre a realização de Reunião de Apresentação das Praças do PAC para Prefeitos e Secretários de Cultura dos municípios integrantes dos grupos 1 e 2 do PAC

 
Em março de 2010, o Governo Federal lançou a segunda etapa do Programa de Aceleração do Crescimento - PAC 2. A Praça do PAC compõe o PAC 2 no Eixo Comunidade Cidadã, assim como outros equipamentos sociais de saúde, educação e segurança pública. De 2011 a 2014, está prevista a construção de 800 Praças do PAC, sendo que na primeira seleção serão contempladas 400 propostas.

A Praça do PAC é um equipamento que integra atividades e serviços culturais, práticas esportivas e de lazer, formação e qualificação para o mercado de trabalho, serviços socioassistenciais, políticas de prevenção à violência e inclusão digital, oferecendo cobertura a todas as faixas etárias. São três os modelos de Praças previstos para terrenos com dimensões mínimas de 700 m2, 3.000 m2 e 7.000m2.

O Governo Federal selecionará as propostas de municípios e do Distrito Federal a serem apoiadas com recursos do Orçamento Geral da União. O período para recebimento das Cartas-Consulta pelos proponentes será de 20/09/2010 a 29/10/2010.

As informações necessárias sobre a Seleção 2010 das Praças do PAC estão contidas na Portaria nº 401 e no Manual, disponíveis nessa página. 
 
http://www.pracasdopac.gov.br/

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Inscrições para o concurso O que Será do Amanhã encerram dia 15 de outubro

Professores e alunos de Ensino Médio das escolas participantes dos projetos Jovem de Futuro e Entre Jovens podem se inscrever até 15 de outubro no concurso O que Será do Amanhã. A inscrição é gratuita.

O concurso é uma iniciativa do Instituto Unibanco com o objetivo de estimular o debate entre professores e alunos sobre o material O Valor do Amanhã na Educação, originado a partir do livro de mesmo nome de autoria de Eduardo Giannetti da Fonseca.
Os trabalhos podem ser entregues até as 24 horas do dia 15 de outubro de 2010.
O regulamento do concurso está disponível para download no site do Instituto Unibanco.

PARCERIA COM A FUNDAÇÃO ROBERTO MARINHO

A Fundação Roberto Marinho desenvolve projetos sociais em todo o país, nas áreas de Educação, Meio Ambiente, Patrimônio e Televisão, por meio do Canal Futura. Para tal, funciona como uma casa de parcerias, que busca o apoio de outras organizações que se identifiquem com os seus propósitos e valores.

A Gerência de Desenvolvimento Institucional da Fundação Roberto Marinho é a responsável pelo estabelecimento dessas parcerias. Com ética e transparência, esta Gerência identifica possíveis parceiros – levando em consideração os objetivos de cada projeto; articula a captação de recursos, adequando o formato de parceria à capacidade e ao interesse de cada organização; cuida do relacionamento com os parceiros ao longo do desenvolvimento do projeto, garantindo sua contribuição e comunicando as principais metas e resultados; e garante a devida visibilidade institucional aos parceiros.

A fim de ampliar e multiplicar o alcance das suas iniciativas, a Fundação inovou ao criar, em 2007, um novo modelo de parceria: a rede social de implementação, capaz de multiplicar o conhecimento de metodologias e experiências já vivenciadas pela Fundação Roberto Marinho. Este modelo permite que outras instituições se apropriem de novas tecnologias sociais e passem a implementar os projetos em diferentes regiões do país, expandindo o número de beneficiados.

Mais informações:

Central de Atendimento da Fundação Roberto Marinho

Tel.: (21) 2502-3233

Horário de atendimento: segunda a sábado, das 8 às 20h.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

COMUNICADO IMPORTANTE



Edital 2010/2011 
Rio de Janeiro, September 9th, 2010

Cerca de 200 instituições foram apoiadas pela BrazilFoundation em seus 10 anos de atividades, que se completam em 2011. 

Para comemorar seu décimo aniversário, a BrazilFoundation dedicará esse ano para avaliar o resultado desses apoios e, consequentemente, seu próprio resultado. 

Assim, o próximo Edital de Seleção, a ser anunciado em 15 de outubro de 2010, será dedicado exclusivamente a ONGs já apoiadas pela BrazilFoundation desde 2002. 

Agradecemos a colaboração e a compreensão de todos, certos de que o relatório final desse processo será uma contribuição valiosa para o Terceiro Setor brasileiro.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

AVINA e os Negócios Inclusivos




 
Negócios Inclusivos (NI) são iniciativas de custo-eficácia e ambiental e responsabilidade social, que usam mecanismos de mercado para melhorar a qualidade de vida para as pessoas com baixos rendimentos, para permitir:
  • sua participação na cadeia de valor como fornecedores de matérias-primas, os agentes que agregam valor aos produtos ou serviços, ou vendedores / fornecedores de bens ou serviços, e / ou
  • acesso a serviços básicos essenciais de melhor qualidade ou preço mais baixo, e / ou
  • acesso a produtos ou serviços que lhes permitem introduzir um "círculo virtuoso" de oportunidades de negócio ou melhorar o seu status sócio-econômico.

O papel das empresas na sociedade tem sido parte da AVINA explorar oportunidades para promover a transformação social. Através de diversas estratégias, a organização tem permanentemente tentou responder à pergunta Como é que a empresa está operando com capacidade plena, minimizando seus efeitos negativos para o ambiente ea sociedade? Um exemplo disso é que, juntamente com seu fundador, parceiros e aliados, AVINA foi um pioneiro na criação do conceito de responsabilidade social corporativa e lin fundo triploe, incorporá-las em prática e promovê-los na região. 
Em 2007, AVINA realizou uma pesquisa entre seus 17 escritórios locais verificar que a organização tem apoiado 78 processos enquadrados na abordagem de negócios, inclusive, que se desenvolvem em 12 países e 7 sectores. Com base na definição e análise de sua experiência e seus parceiros no NI, AVINA continua o processo de reflexão sobre o seu papel para além da definição conceitual, propõe-se construir e contribuir para a implementação de agendas de ação coletiva utilizando mecanismos de mercado que contribuem para a superação da pobreza e melhorar os indicadores sociais e ambientais de um grupo ou comunidade de pessoas. Dada a extensão do problema da desigualdade e da pobreza, especialmente AVINA procura promover iniciativas com a capacidade de crescer e ganhar escala e perrmitiendo impacto de um grande número de pessoas. AVINA não está sozinho nesta estrada, como o mais próximo dos seus parceiros institucionais - GrupoNueva, FUNDES, WRI, Ashoka, SEKN e INCAE, entre outros - também estão trabalhando em estratégias de negócios inclusivos.
 
Críticas e progresso acadêmico em NI

BOLSA DE VALORES ,SOCIAL E AMBIENTAL


  ÁREA DAS ONGs
A Bolsa de Valores de São Paulo – BOVESPA abre as portas da Bolsa de Valores Sociais e Ambientais. A BVS&A trás a vantagem de ajudar na difusão e promoção de conceitos importantes, como a responsabilidade socioambiental e a sustentabilidade empresarial. É um exemplo concreto de como a sociedade civil pode participar da construção da cidadania.
A Bolsa de Valores Sociais e Ambientais surgiu para permitir que Programas e Projetos na área de Educação e Meio Ambiente sejam levados a investidores, empresas ou pessoas físicas que, ao adquiriremações socioambientais desses Projetos, possibilitem sua manutenção, ampliação e implementação.
Comprando ações socioambientais, o investidor socioambiental vai favorecer diretamente o desenvolvimento integral de crianças, adolescentes e jovens de famílias de baixa renda, ajudando a estimular atitudes e desenvolver habilidades que os tornarão mais capazes para a participação social cidadã e para a vida produtiva, além de promover o seu bom desenvolvimento físico, afetivo, cultural e cognitivo.
Regulamento para projetos na área Social e Ambiental (PDF)


quarta-feira, 15 de setembro de 2010

ONDE E COMO CAPTAR RECURSOS PÚBLICOS PARA PROJETOS SOCIOAMBIENTAIS.

Amplia-se constantemente no Brasil o financiamento público sustentável para empresas e ONGs
Por: Eduardo Magalhães
A possibilidade de financiamentos ambientais com recursos públicos em nosso país é atualmente bastante significativa. Apesar de considerável e, ao mesmo tempo, pouco explorada, a oferta ainda é insuficiente se confrontada com as urgentes necessidades de preservação e conservação do meio ambiente. De qualquer maneira, objetivamos aqui sintetizar as principais fontes com suas características e exigências centrais.
Fundo Nacional para o Meio Ambiente (FNMA)
Criado em 1989, já financiou mais de 1.400 projetos socioambientais, empregando R$ 210 milhões. Tem como missão contribuir para a realização das políticas ambientais de conservação e sustentabilidade do governo federal. Há dois tipos de demandas: a espontânea – apresentada em qualquer época do ano, oriunda de qualquer região do país, para valores até R$ 500 mil anuais e enquadrada nos núcleos temáticos1 –, e a induzida – em resposta a editais.
Entre as várias ações financiáveis estão: realização de empreendimentos econômicos com inclusão comunitária e sustentabilidade ambiental, projetos de educação ambiental, produção de material pedagógico, projetos de MDL (Protocolo de Quioto), entre outros.
Critérios para aprovação: demonstrar ganhos ambientais, não utilizar técnicas que ponham em risco o meio ambiente, contemplar a questão social, poder gerar políticas públicas e ser replicado. É importante notar que a maior parte dos recursos é destinada para ONGs e governos municipais.
Programa Piloto para Proteção das Florestas Tropicais do Brasil (PPG7)
Nasceu na Rio-92 e atualmente se encontra em sua segunda fase de aplicação, que vai até 2010. Sua missão é proteger a Floresta Amazônica e a Mata Atlântica em conjunto com a melhoria da qualidade de vida das populações locais. Principais linhas de investimento: desenvolvimento de experiências inovadoras entre comunidades locais e órgãos governamentais, conservação de áreas protegidas, fortalecimento institucional e pesquisa científica.
Programa Nacional do Meio Ambiente (PNMA II)
Suas metas são: aprimorar a gestão integrada – entre governos estaduais e municipais, ONGs e setor produtivo – dos ativos ambientais, melhorar o desenvolvimento institucional do licenciamento ambiental e monitorar a qualidade da água e o gerenciamento costeiro (ordenamento territorial).
Global Environmental Facility (GEF)
É o principal instrumento multilateral de financiamento a projetos ambientais em países em desenvolvimento. Foi criado em Paris, em 1990, para custear iniciativas cujos impactos fossem globais: redução da emissão de gases do efeito estufa, proteção da biodiversidade, proteção de águas fronteiriças, redução da destruição da camada de ozônio, redução da degradação da terra e eliminação de poluidores orgânicos.
Os financiamentos são de pequeno a grande porte (US$ 25 mil a US$ 1 milhão) e, ao serem propostos ao Ministério da Ciência e Tecnologia e durante o ano todo, já precisam contar com a contrapartida de outro financiador.
Áreas elegíveis:
• diversidade biológica;
• mudanças climáticas;
• águas transfronteiriças;
• prevenção da destruição da camada de ozônio;
• degradação da Terra;
• poluidores orgânicos persistentes (Pops).
Algumas características do projeto:
• ser endossado pelo governo do país ao qual se realizará;
• ser replicável em contexto internacional.
• ter base científica e técnica sólida;
• preferencialmente envolver colaboração das comunidades locais;
• contribuir para a qualidade de vida da população e o desenvolvimento sustentável.
Plano de Conversão da Dívida Externa para Fins Ambientais
Internacionalmente conhecido como Debt-For-Nature Swaps, a conversão da dívida externa em financiamento para projetos ambientais é um instrumento que existe desde os anos de 1980 e serve basicamente para minimizar o efeito negativo do impacto das dívidas externas nos países em desenvolvimento e mitigar a destruição ambiental.
O primeiro caso desse tipo de acordo ocorreu em 1987, entre um grupo de conservação e a Bolívia. Esse grupo pagou parte da dívida externa boliviana em troca de uma grande floresta de preservação. Há dois tipos de conversão:
a) um país credor perdoa parte da dívida de outro país devedor em troca de concessões ambientais;
b) há também a possibilidade de uma concessão com sentido comercial: uma instituição financeira vende títulos que possui da dívida externa de um país para uma ONG internacional. Tanto essa venda pode ser feita com substancial desconto ou mesmo os títulos podem ser doados para a entidade que, por sua vez, pode utilizar os títulos para perdoar parte da dívida do país devedor2 em troca da aplicação do valor perdoado em ações ambientais. A ONG internacional faz parceria com uma entidade nacional/local para coordenar as ações ambientais, que obviamente deve ter o aval do governo do país onde as ações serão executadas.
No Brasil, o instrumento não só é valido como já possui normatização. O Banco Central, por meio da resolução nº 1.840 e da circular nº 1.988, ambas de 16 de julho de 1991, elaboraram uma primeira legitimação do sistema de conversão para o Brasil. Os interessados devem primeiro obter parecer favorável da Comissão Técnica de Avaliação de Projetos Ambientais, tratada na referida resolução. O segundo passo é apresentar o pedido de autorização ao Departamento de Capitais Estrangeiros do Banco Central do Brasil com a identificação dos títulos/créditos/depósitos objetos das doações.
Prêmio Chico Mendes de Meio Ambiente
Instituído pelo Ministério do Meio Ambiente em 2001, anualmente premia projetos que fomentam o desenvolvimento sustentável na Floresta Amazônica. As ações vitoriosas conquistam divulgação em nível nacional e internacional, além de receberem – no caso dos que ganharem o primeiro lugar – uma bonificação de R$ 20 mil em cada uma das seis categorias: Liderança Individual; Associação Comunitária; Organização Não-Governamental; Negócios Sustentáveis; Ciência e Tecnologia; e Arte e Cultura.
BNDES
Além de considerar o critério socioambiental na concessão de créditos, oferece suporte para:
• investimentos em meio ambiente que fomentam o desenvolvimento sustentável no Brasil. Linhas de financiamento: saneamento básico; projetos relacionados à gestão de bacias hidrográficas; desenvolvimento da ecoeficiência; recuperação e conservação de ecossistemas e biodiversidade; projetos que utilizem o MDL (entre eles o crédito de carbono)3; planejamento e gestão; e recuperação de passivos ambientais;
• eficiência energética (Proesco): podem ser financiados projetos que efetivamente vão contribuir para a economia de energia, tendo as áreas de estudos e projetos; obras e instalações; máquinas e equipamentos; serviços técnicos especializados e sistemas de informação, monitoramento, controle e fiscalização oportunidades reais de financiamento.
Bancos Oficiais
Banco do Nordeste
Sua principal linha de financiamento é o programa Cresce Nordeste, criado para empreendimentos que utilizam a natureza sob o viés da responsabilidade socioambiental. Podem ser acessados por micro a grandes produtores, sejam rurais ou não, com financiamentos entre R$ 110 mil e mais de R$ 35 milhões – no caso das grandes empresas.
Áreas financiáveis: geração de energia alternativa; reconversão energética; manejo florestal e reflorestamento; agropecuária orgânica; criação de animais silvestres; biodiversidade local; estudos, sistemas, certificações e auditorias ambientais; produção mais limpa; equipamentos de controle de poluição; recuperação de áreas degradadas; tratamento de resíduos; entre outros.
Banco da Amazônia
Possui políticas socioambientais de crédito específicas, patrocina projetos sociais e ambientais, financia pesquisas e negócios sustentáveis, além de promover o prêmio Banco da Amazônia de Empreendedorismo Consciente, que contempla seus vencedores com bônus de US$ 100 mil.
Banco do Brasil
Os serviços relacionados ao desenvolvimento sustentável estão concentrados basicamente nos seguintes programas: apoio ao biodiesel; financiamento da produção orgânica; implantação e manejo florestal; fundo ético para investimento em empresas com responsabilidade socioambiental; e eficiência energética. Além da Fundação Banco do Brasil.
Outros fundos públicos
Há ainda outras possibilidades de financiamento público para questões socioambientais. Além do Fundo de Defesa dos Direitos Difusos, gerenciado pelo Ministério da Justiça, há 50 fundosestaduais – apesar de apenas 18 funcionarem – e 986 municipais – mas com uma parcela em funcionamento menor ainda do que o nível estadual.
Água e Floresta; Conservação e Manejo da Biodiversidade; Gestão Pesqueira Compartilhada; Planejamento e Gestão Territorial; Qualidade Ambiental; e Sociedades Sustentáveis.2 Anualmente, esse limite no Brasil é de US$ 100 milhões.3 RODRIGUES, Eduardo Magalhães. Carbono Social e Captação de Recursos. São Paulo: Revista Filantropia, edições 32 e 33 (parte I e II), 2007-2008.4 Nesse sentido, vale a pena consultar a Rede Brasileira de Fundos Socioambientais.
Eduardo Magalhães. Sociólogo, ensaísta, professor e consultor para o Terceiro Setor. Diretor da ONG Saúde e Cidadania e da empresa Escola para o Terceiro Setor. Membro da International Society for Third-Sector Research (ISTR) e coordenador nacional de projetos da Building and Wood Workers’ International (BWI).

Processo Seletivo Eletrosul.

PATROCÍNIO INSTITUCIONAL ELETROSUL 2011
As inscrições para o Edital de Seleção Pública de Projetos para Patrocínio Institucional em 2011, com Recursos Próprios, estarão abertas no período do dia 1º de setembro até o dia 15 de outubro de 2010, exclusivamente neste site. A publicação dos resultados está prevista para acontecer no dia 03 de dezembro de 2010.

O Fundo Brasil de Direitos Humanos disponibiliza recursos para projetos de organizações da sociedade civil e de indivíduos em todo o país.

O Fundo Brasil de Direitos Humanos disponibiliza recursos para projetos de organizações da sociedade civil e de indivíduos em todo o país, buscando acolher a diversidade regional e beneficiar preferencialmente aqueles com menor acesso às fontes tradicionais de financiamento.

A escolha dos projetos obedece a processo de seleção anual, que se inicia com a divulgação de edital contendo os critérios específicos e os prazos para envio de projetos.

O edital 2010 privilegia iniciativas na área do combate à discriminação e à violência institucional, esta última entendida como "qualquer forma de violação a direitos humanos promovida por instituições oficiais, suas delegações ou empresas."

Veja o Edital do ano de 2010