segunda-feira, 12 de abril de 2010

Boletim Eletrônico da Agência Câmara de Notícias

Brasília, segunda-feira, 12 de abril de 2010


MANCHETE DO DIA





  • Câmara acompanhará ações em cidades do Rio atingidas pela chuvas




  • Banda larga nas escolas é destaque da pauta do Plenário




  • Acordo pode viabilizar reajuste maior para aposentados




  • Deputados divergem em plenário sobre o Ficha Limpa




  • Câmara aprova acordos sobre cinema e transferência de condenados




  • Portal Plenarinho divulga vencedores de concurso de desenho




  • Problemas técnicos impediram a atualização da Agência Câmara


    ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA




  • Orçamento 2011: Senador Gim Argello será o relator-geral




  • Comissão sobre contribuição de servidor inativo é instalada




  • Comissão debaterá recursos para o Fundo Nacional de Segurança




  • MPF e ONG defendem suspensão do leilão da usina de Belo Monte




  • Comissão analisará políticas de países europeus contra drogas




  • Entidades criticam adiamento da votação do Ficha Limpa




  • Temer pede à CCJ rapidez na análise do projeto Ficha Limpa




  • Especialistas defendem fundo para combate à lavagem de dinheiro




  • CCJ admite PEC que vincula subsídios da AGU aos do STF




  • Comissão rejeita criação de tributo para bebidas alcoólicas




  • Câmara aprova 18 concessões de radiodifusão




  • Câmara arquiva projeto sobre oferta de vaga em cursos do Sistema S




  • Câmara rejeita criação de área de livre comércio em Petrolina




  • Comissão aprova selo de qualidade para produtos de origem animal




  • Comissão aprova incentivo a parcelamento ecológico do solo




  • Desenvolvimento Econômico aprova criação de ZPE no Maranhão




  • DEM quer colocar em pauta projetos sobre defesa civil




  • Desenvolvimento Econômico autoriza cooperativas a receber tributos




  • Trabalho aprova criação de cargos para MEC, Capes e FNDE




  • Comissão aprova criação de mil cargos para Ibama e ICMBio




  • Temer vai decidir futuro de comissão especial da dívida ativa




  • Finanças proíbe convite para licitação a empresas de um mesmo dono




  • Câmara rejeita criação de Fundo Nuclear de Segurança




  • Finanças aprova 13º salário para os “soldados da borracha”


    AGROPECUÁRIA




  • Relator quer evitar que leis locais afrontem o Código Florestal




  • Parlamento Europeu quer retomar negociação comercial com Mercosul




  • Comissão convidará ministros para discutir produção de leite




  • Agricultura cria subcomissão para discutir uso de agrotóxicos


    CIDADES




  • Empresários: redução de jornada ampliará a automação da indústria




  • Governo não atuará sozinho na expansão da banda larga, diz técnico




  • Rejeitada criação da Universidade Aberta Federal de Franca


    CIÊNCIA E TECNOLOGIA




  • Comissão debate Conferência Nacional de Ciência e Tecnologia


    CONSUMIDOR




  • Comissão aprova prazos para emissão de documentos de quitação




  • Comissão aprova divulgação de relatórios de fiscalização de postos




  • Comissão aprova direito de segurado escolher oficina para reparos




  • Segurança aprova vistoria obrigatória em casa de festas infantis


    DIREITOS HUMANOS




  • Comissão sobre grupo neonazista define convidados para audiências




  • Deputados e entidades defendem PEC que beneficia autistas


    EDUCAÇÃO E CULTURA




  • Parlamentares vão sugerir medidas para validar diplomas no Mercosul




  • Educação rejeita parecer prévio da OAB para abertura de curso




  • Educação aprova meia entrada para professor de ensino básico




  • Câmara inclui Anita Garibaldi entre os heróis da Pátria




  • Câmara aprova inclusão de Villa-Lobos entre os heróis da Pátria




  • Câmara aprova inclusão de paraense no Livro dos Heróis da Pátria


    POLÍTICA




  • Líderes discutirão a pauta de votações da semana na terça-feira


    SAÚDE




  • CCJ aprova novas regras para cooperativas de trabalho


    TRABALHO E PREVIDÊNCIA




  • Comissão aprova PEC do Estatuto do Servidor do Judiciário




  • Trabalho aprova mudança na designação de bombeiro civil

    PNATE - Programa Nacional de Apoio ao Trasnporte do Escolar

    O Ministério da Educação executa atualmente dois programas voltados ao transporte de estudantes: o Caminho da Escola e o Programa Nacional de Apoio ao Transporte do Escolar (PNATE), que visam atender alunos moradores da zona rural.

    O Caminho da Escola foi criado pela Resolução nº 3, de 28 de março de 2007, e consiste na concessão, pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), de linha de crédito especial para a aquisição, pelos estados e municípios, de ônibus, miniônibus e micro-ônibus zero quilômetro e de embarcações novas.

    Já o Programa Nacional de Apoio ao Transporte do Escolar (PNATE) foi instituído pela Lei nº 10.880, de 9 de junho de 2004, com o objetivo de garantir o acesso e a permanência nos estabelecimentos escolares dos alunos do ensino fundamental público residentes em área rural que utilizem transporte escolar, por meio de assistência financeira, em caráter suplementar, aos Estados, Distrito Federal e Municípios.

    Com a publicação da Medida Provisória 455/2009 – transformada na Lei no 11.947, de 16 de junho do mesmo ano –, o programa foi ampliado para toda a educação básica, beneficiando também os estudantes da educação infantil e do ensino médio residentes em áreas rurais.

    O programa consiste na transferência automática de recursos financeiros, sem necessidade de convênio ou outro instrumento congênere, para custear despesas com reforma, seguros, licenciamento, impostos e taxas, pneus, câmaras, serviços de mecânica em freio, suspensão, câmbio, motor, elétrica e funilaria, recuperação de assentos, combustível e lubrificantes do veículo ou, no que couber, da embarcação utilizada para o transporte de alunos da educação básica pública residentes em área rural. Serve, também, para o pagamento de serviços contratados junto a terceiros para o transporte escolar.

    Os Estados podem autorizar o FNDE a efetuar o repasse do valor correspondente aos alunos da rede estadual diretamente aos respectivos municípios. Para isso, é necessário formalizar a autorização por meio de ofício ao órgão. Caso não o façam, terão de executar diretamente os recursos recebidos, ficando impedidos de fazer transferências futuras aos entes municipais.

    Os valores transferidos diretamente aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios são feitos em nove parcelas anuais, de março a novembro. O cálculo do montante de recursos financeiros destinados aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios tem como base o quantitativo de alunos da zona rural transportados e informados no censo escolar do ano anterior.

    De 2006 a 2008, o valor per capita/ano do PNATE variava entre R$ 81,56 e R$ 116,36, de acordo com a área rural do município, a população moradora do campo e a posição do município na linha de pobreza. A partir de 2008, passou a ser considerado também o seu Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB). Em 2009, o valor per capita/ano teve reajuste linear de 8%, passando a variar de R$ 88,13 a R$ 125,72.

    Já em 2010, o per capita/ano teve um aumento de 37%, variando entre R$ 120,73 e R$ 172,24. O valor previsto para o governo federal destinar ao PNATE em 2010 é de R$ 655 milhões.

    Regularidade para recebimento de transferências voluntárias

    Muitos municípios deixam de receber transferências voluntárias (convênios, contratos) por não estarem com suas obrigações cumpridas, e para receber legalmente, deve o município estar em dia com:
    • o pagamento de tributos, empréstimos e financiamentos;
    • as prestações de contas;
    • atendendo os limites constitucionais em educação e saúde;
    • observar os limites da dívida consolidada e mobiliária, inclusive ARO, inscrição de restos a pagar, despesa total com pessoal e previsão orçamentária de contrapartida;
    • não pode constar pendência no CAUC.

    O que significa o CAUC - Cadastro Único de Convênios é um subsistema desenvolvido dentro do Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal – SIAFI, que consolida eu um único local todos os dados relativos aos entes e órgãos públicos sobre o cumprimento de exigências constitucionais da LRF, e nele são registrados:
    • Arrecadação de tributos;
    • INSS – CND;
    • CRP – Certificado de Regularidade Previdenciária;
    • FGTS – CRF – Certidão de Regularidade Fiscal;
    • Regularidade na Prestação de Contas de Convênio (CONCONV/SIAFI);
    • SRF – Tributos e Contribuições Federais/PGFN – Dívida Ativa da União;
    • CADIN – Cadastro Informativo dos Créditos não Quitados do Setor Público Federal;
    • Pagamentos de Empréstimos e Financiamentos ao Ente Transferidor;• Educação – cumprimento da obrigação Constitucional;
    • Saúde – Cumprimento da obrigação Constitucional;
    • Relatório de Gestão Fiscal – RGF – entrega;
    • Encaminhamento das Contas Anuais;
    • Publicação do RREO (Relatório Resumido da Execução Orçamentária.
     
    Em um levantamento efetuado em 2009, existiam 3.273 municípios (58,8%) com algum apontamento registrado no CAUC, a o maior número de apontamentos, 1.740 (31,3%) é em relação ao item da Certidão Negativa de Débitos - que comprova a regularidade do município com a previdência social.

    O que são Transferências Voluntárias: são a entrega de recursos correntes ou de capital a Ente Público, a título de cooperação, auxílio ou assistência financeira, que não decorra de regra Constitucional, Legal ou de atendimento ao Sistema Único de Saúde (SUS), todos os recursos repassados em decorrência de emendas parlamentares são transferências voluntárias, operacionalizadas por convênios ou contratos, normalmente gerenciados pela Caixa Econômica Federal.
     
    Sendo assim, para que o município receba convênios deverá sempre comprovar regularmente as suas prestações de contas.

    ENTENDENDO O SALÁRIO EDUCAÇÃO

    O salário-educação, instituído em 1964, é uma contribuição social destinada ao financiamento de programas, projetos e ações voltados para o financiamento da educação básica pública. Também pode ser aplicada na educação especial, desde que vinculada à educação básica.

    A contribuição social do salário-educação está prevista no artigo 212, § 5º, da Constituição Federal, regulamentada pelas leis nºs 9.424/96, 9.766/98, Decreto nº 6003/2006 e Lei nº 11.457/2007. É calculada com base na alíquota de 2,5% sobre o valor total das remunerações pagas ou creditadas pelas empresas, a qualquer título, aos segurados empregados, ressalvadas as exceções legais, e é arrecadada, fiscalizada e cobrada pela Secretaria da Receita Federal do Brasil, do Ministério da Fazenda (RFB/MF).

    São contribuintes do salário-educação as empresas em geral e as entidades públicas e privadas vinculadas ao Regime Geral da Previdência Social, entendendo-se como tal qualquer firma individual ou sociedade que assuma o risco de atividade econômica, urbana ou rural, com fins lucrativos ou não, sociedade de economia mista, empresa pública e demais sociedades instituídas e mantidas pelo poder público, nos termos do § 2º, art. 173 da Constituição.

    São isentos do recolhimento da contribuição social do salário-educação:

    • a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, suas respectivas autarquias e fundações;

    • as instituições públicas de ensino de qualquer grau;

    • as escolas comunitárias, confessionais ou filantrópicas devidamente registradas e reconhecidas pelo competente órgão de educação, e que atendam ao disposto no inciso II do artigo 55 da Lei nº 8.212, de 24 de julho de 1991;

    • as organizações de fins culturais que, para este fim, vierem a ser definidas em regulamento; e

    • as organizações hospitalares e de assistência social, desde que atendam, cumulativamente, aos requisitos estabelecidos nos incisos I a V do artigo 55 da Lei nº 8.212/1991.

    sexta-feira, 9 de abril de 2010

    Minha Casa, Minha Vida define critérios de seleção de famílias de baixa renda

    06/04/2010
    Famílias em áreas de risco e mulheres chefes de família terão prioridade
    As famílias que moram em áreas de risco ou que possuem mulheres chefes de família serão priorizadas na modalidade do Programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV) que atende a famílias com renda de até R$ 1.395. Os critérios de elegibilidade e seleção das famílias beneficiadas pelo programa foram definidos pela Portaria nº 140, publicada nesta terça-feira (6), no Diário Oficial da União (DOU).
    Os dois critérios definidos pela União valem para operações realizadas com recursos do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR) como também para empreendimentos construídos em municípios com população de até 50 mil habitantes que aderiram ao MCMV e para os projetos do Minha Casa, Minha Vida – Entidades.
    Critérios locais Além dos critérios determinados pela União, os estados e municípios também poderão estabelecer três critérios para realizar a seleção. Os municípios podem, por exemplo, priorizar candidatos que moram próximos à região do empreendimento.
    Todos os critérios que serão definidos pelos estados e municípios devem ser aprovados pelos conselhos locais de habitação. Caso não haja conselho local, os critérios deverão ser aprovados pelo Conselho de Assistência Social e divulgados nos meios de comunicação do município, mostrando o local onde será construído o empreendimento.
    Processo de seleção O processo de seleção também deverá reservar 75% do total de moradias de um empreendimento para os candidatos que preencham quatro ou cinco critérios entre aqueles definidos pela União, estados e municípios. Os 25% restantes serão destinados aos candidatos que preencham até três critérios.
    Cadastro de candidatos Para participar do processo seletivo os candidatos devem estar cadastrados no MCMV em sua região. Os dados cadastrais devem ter as informações necessárias para que possam ser aplicados os critérios de elegibilidade, hierarquização e seleção. A inscrição é gratuita.
    Indicação das famílias As famílias que moram em municípios que não realizaram o processo de cadastramento do programa podem ser indicadas pelo estado, caso o candidato tenha feito a inscrição junto ao estado e o governo estadual seja o responsável pela contrapartida do projeto.
    Reservas Aos inscritos no MCMV com deficiência física foram reservados 3% das unidades dos empreendimentos a serem inaugurados em sua região. Os idosos inscritos no programa também têm reserva de 3% do total de imóveis dos empreendimentos. Quando a demanda deste público for superior ao número de moradias reservadas será realizado sorteio.
    MCMV Entidades O município deverá providenciar a inclusão ou atualização dos dados da família selecionada no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), antes da indicação do candidato para a Caixa Econômica Federal, instituições financeiras ou agentes financeiros.
    As informações dos candidatos selecionados serão verificadas pela Caixa junto ao cadastro de participantes do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS); à Relação Anual de Informações Sociais (RAIS); ao Cadastro de Mutuários (CADMUT); ao Cadastro de Inadimplência (CADIN) e ao Sistema Integrado de Administração da Carteira Imobiliária (SIACI). Após o cruzamento de dados, as famílias irregulares serão excluídas do processo. Os estados que participaram com contrapartida no empreendimento deverão solicitar ao município a inclusão ou atualização dos dados do candidato no CadÚnico.

    Assessoria de Comunicação
    Ministério das Cidades
    61-2108-1602

    DESTAQUES.

    MINISTÉRIO DA CULTURA

    MCT Regulamentado o repasse para projetos de inclusão digital
    MFZ Confaz divulga tabela de preços de combustíveis para consumidor final
    MJ Sede da Funai no DF terá segurança da Força Nacional
    MS Saúde garante dois medicamentos para tratamento dos portadores de HIV/Aids
    MDA Incra regulamenta as atividades de manejo florestal sustentável em projetos de assentamento
    MMA Meio Ambiente institui a Rede sobre Desertificação do Semiárido Brasileiro

    quarta-feira, 7 de abril de 2010

    MANCHETE DO DIA






  • Plenário abre sessão extra com Ficha Limpa na pauta




  • Ficha Limpa: Temer pedirá que CCJ vote emendas em duas semanas




  • Orçamento 2011: Senador Gim Argello será o relator-geral




  • Projeto Ficha Limpa está na pauta de hoje do Plenário




  • Câmara e AGU assinam acordo para atuação conjunta


    ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA




  • Embrapa defende parceria com usinas para difundir etanol de sorgo




  • CCJ admite PEC que cria adicional noturno para forças de segurança




  • Debatedores divergem sobre necessidade de PEC da Educação Especial




  • CCJ aprova reconhecimento de papiloscopista como perito oficial




  • Amazônia aprova adicional para subsidiar linhas aéreas regionais




  • Líderes adiam votação do Ficha Limpa, que tramitará de novo na CCJ




  • Votação de relatório sobre criação de municípios é adiada




  • Ministro será convidado para debater exploração de mina de ouro




  • Comissão defenderá projeto que permita o uso de juros compostos




  • Minas e Energia aprova divulgação de relatório sobre posto autuado




  • Governo definirá formato da Comissão da Verdade até a quarta-feira




  • Repasse de recursos da Funasa a ONGs poderá ser denunciado ao MPF




  • Comissão sobre contribuição de servidor inativo é instalada




  • Comissão especial debaterá projetos sobre dívida ativa


    AGROPECUÁRIA




  • Relator descarta adiamento de debate sobre Código Florestal


    CONSUMIDOR




  • Audiência vai discutir situação de cooperados da Bancoop




  • Comissão obriga bancos a notificarem clientes sobre débitos


    DIREITOS HUMANOS




  • Seguridade aprova brinquedos adaptados a deficientes em parquinhos


    ECONOMIA




  • Temer recebe agenda legislativa da indústria para 2010




  • Itaipu: Mercosul adia votação sobre aumento do repasse ao Paraguai


    POLÍTICA




  • Temer recebe presidente da Libéria


    SAÚDE




  • Entidades pedem piso salarial de R$ 4.650 para fisioterapeutas




  • Instalada subcomissão sobre tráfico de drogas




  • CCJ aprova novas regras para cooperativas de trabalho


    TRABALHO E PREVIDÊNCIA




  • Comissão aprova parecer sobre Estatuto dos Servidores do Judiciário

    segunda-feira, 5 de abril de 2010

    implantação ou modernização de feira popular, através do programa Comercialização Direta de Produtos da Agricultura Familiar.



    Ao todo serão distribuídos R$ 2,4 milhões para municípios em situação de insegurança alimentar
    A Associação Brasileira de Municípios informa que o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) irá beneficiar famílias de produtores agrícolas de 10 Municípios que serão beneficiadas pela parceria com o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) na implantação ou modernização de feira popular, através do programa Comercialização Direta de Produtos da Agricultura Familiar.

     O benefício dar-se-á pela formalização de um convênio entre a prefeitura e o MDS para implantação de feira livre e comercialização direta de produtos. No total serão disponibilizados pelo MDS R$ 2,4 milhões e cada município poderá receber entre R$ 100 e R$ 250 mil, de acordo com carência econômica da população ou situação de insegurança alimentar.

    Ao todo foram habilitados 18 municípios, destes, dez foram selecionados segundo critérios de pontuação estabelecidos previstos no edital de abertura da seleção. Aos municípios que foram habilitados mas não foram selecionados, o prazo para apresentarem recursos é até hoje (5 de abril). Os recursos também deverão ser encaminhados pelo e-mail feirapopular@mds.gov.br. Para conhecer a lista completa em ordem de classificação dos municípios selecionados e habilitados clique aqui.

    Sendo assim, a ABM alerta aos municípios selecionados, que deverão encaminhar mensagem eletrônica para feirapopular@mds.gov até o dia 5 de abril com a indicação das equipes técnicas responsáveis pela execução dos projetos, como nome, cargo, telefones e e-mail. Essas pessoas receberão instruções iniciais sobre os procedimentos necessários à formalização do convênio e serão convidadas a participar de mesa técnica, que ocorrerá nos dias 19 e 20 de abril, em Brasília, quando deverá ser entregue ao MDS toda documentação pertinente à formalização do processo.

    A ABM esclarece que o lançamento anual dos editais de Segurança Alimentar e Nutricional (SAN) é o meio dos estados, Distrito Federal e municípios formalizarem parceria para implementação de projetos e programas com o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS). O público-alvo são agricultores familiares atendidos pelo Programa Nacional de Agricultura Familiar (Pronaf), agricultores urbanos e periurbanos e beneficiário do Bolsa Família.

    Fonte: Comunicação ABM

    MANCHETES

    DESTAQUES

    MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

    PR Grupo técnico estuda conveniência de um observatório de alerta sobre desastres
    MJ Prorrogado o registro de propostas para financiamentos de projetos com recursos do Funpen
    MS Anvisa suspende importação, comércio e utilização de implante mamário de gel
    MS Norma fixa procedimentos para o registro de medicamentos fitoterápicos
    MMA Meio Ambiente declara estado de emergência ambiental
    MC Norma técnica estabelece padrões de emissão do sinal de televisão digital

    segunda-feira, 29 de março de 2010

    MANCHETE DO DIA






  • Plenário pode votar projeto que garante internet em escola pública




  • Comissão geral discute legalização dos bingos e dos caça-níqueis




  • Ficha Limpa: relator vai participar de bate-papo com internautas




  • Deputados defendem mais fiscalização para evitar abusos de bancos




  • Agenda da semana
    ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA




  • Comissão aprova subvenção de empréstimos do FAT a microempresas




  • Comissão agiliza liberação de recursos para calamidade pública




  • Comissão especial da dívida ativa da União examina requerimentos




  • Audiência discutirá Plano Nacional de Banda Larga




  • Audiência discute formas de reduzir mortalidade por septicemia




  • Comissão discute programa de direitos humanos e compra de caças




  • Audiência discutirá estratégia do BB para crédito consignado




  • Cinco prefeituras do Maranhão pagam salários inferiores ao mínimo




  • Finanças rejeita ampliação de bônus em fundos regionais




  • Finanças aprova mudanças no Banco da Amazônia




  • Trabalho aprova regulamentação da atividade de cerimonialista




  • Comissão aprova exigência de placas sobre saídas de emergência




  • Comissão aprova isenção de custo processual para órgãos classistas




  • Deputados defendem extinção do fator previdenciário




  • MP dá status de ministério a 4 secretarias e cria 134 cargos




  • Anistia pode ser estendida a PMs e bombeiros de Rondônia




  • Comissão de Orçamento vai eleger presidente para exercício de 2010
    AGROPECUÁRIA




  • Comissão discute Código Florestal com produtores de arroz




  • Bolsa Família poderá ter adicional para custear transporte
    CIDADES




  • Comissão aprova isenção de pedágio para motos




  • Projeto evita que cliente de plano de saúde fique sem assistência
    CIÊNCIA E TECNOLOGIA




  • Audiência discute regulamentação das lan houses
    CONSUMIDOR




  • Finanças instala subcomissão sobre cartões de crédito na terça




  • Comissão discute mudanças nas regras para cartões de crédito
    TRABALHO E PREVIDÊNCIA




  • Trabalho rejeita nova chance para patrão que faltar a audiência




  • Comissão aprova norma para pagamento de intérprete judicial





  • Plenário pode votar projeto que garante internet em escola pública




  • Comissão geral discute legalização dos bingos e dos caça-níqueis




  • Ficha Limpa: relator vai participar de bate-papo com internautas




  • Deputados defendem mais fiscalização para evitar abusos de bancos




  • Agenda da semana
    ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA




  • Comissão aprova subvenção de empréstimos do FAT a microempresas




  • Comissão agiliza liberação de recursos para calamidade pública




  • Comissão especial da dívida ativa da União examina requerimentos




  • Audiência discutirá Plano Nacional de Banda Larga




  • Audiência discute formas de reduzir mortalidade por septicemia




  • Comissão discute programa de direitos humanos e compra de caças




  • Audiência discutirá estratégia do BB para crédito consignado




  • Cinco prefeituras do Maranhão pagam salários inferiores ao mínimo




  • Finanças rejeita ampliação de bônus em fundos regionais




  • Finanças aprova mudanças no Banco da Amazônia




  • Trabalho aprova regulamentação da atividade de cerimonialista




  • Comissão aprova exigência de placas sobre saídas de emergência




  • Comissão aprova isenção de custo processual para órgãos classistas




  • Deputados defendem extinção do fator previdenciário




  • MP dá status de ministério a 4 secretarias e cria 134 cargos




  • Anistia pode ser estendida a PMs e bombeiros de Rondônia




  • Comissão de Orçamento vai eleger presidente para exercício de 2010
    AGROPECUÁRIA




  • Comissão discute Código Florestal com produtores de arroz




  • Bolsa Família poderá ter adicional para custear transporte
    CIDADES




  • Comissão aprova isenção de pedágio para motos




  • Projeto evita que cliente de plano de saúde fique sem assistência
    CIÊNCIA E TECNOLOGIA




  • Audiência discute regulamentação das lan houses
    CONSUMIDOR




  • Finanças instala subcomissão sobre cartões de crédito na terça




  • Comissão discute mudanças nas regras para cartões de crédito
    TRABALHO E PREVIDÊNCIA




  • Trabalho rejeita nova chance para patrão que faltar a audiência




  • Comissão aprova norma para pagamento de intérprete judicial

    PAC 2 prevê investimento de R$ 1,59 trilhão

     Investimentos preveem construção de 2 milhões de novas moradias, O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, acompanhados do ministro das Cidades, Marcio Fortes de Almeida, e demais ministros ligados ao PAC lançaram nesta segunda-feira (29), em Brasília, a segunda edição do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2).

    O presidente da Republica, Luiz Inácio Lula da Silva, alertou que as obras levam tempo para serem elaboradas e que as prefeituras e governos estaduais devem apresentar os projetos o quanto antes. “Esperamos que todas prefeituras e governos estaduais apresentem projetos consistentes para que possamos liberar o dinheiro. O PAC só funciona com a contribuição de todos e não apenas do governo Federal”, disse o presidente Lula. “Entre abril e junho estaremos discutindo mais de 10 mil projetos”, lembrou o presidente.

    A  ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, disse na cerimônia de lançamento do PAC 2 que “o programa não é uma lista de obras, uma cifra ou até mesmo um canteiro de obras, mas sim uma parceria muito forte entre prefeituras e municípios para transformar o dinheiro público em qualidade de vida e melhoramento das famílias brasileiras”, disse. 

    Sobre a meta de construir mais 2 milhões de moradias, a ministra afirmou: “Com a conclusão do PAC 1 e o PAC 2 vamos reduzir também o déficit habitacional pela metade”, antecipou a ministra Dilma Rousseff. 

    O ministro das Cidades, Marcio Fortes de Almeida, lembrou que defendeu a necessidade de realização da segunda fase do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) “para evitar a descontinuidade nas obras que estão sendo realizadas em todo o País”, disse.

    Desde o lançamento do Programa Minha Casa, Minha Vida (PMCMV) foram assinados 1,8 mil contratos em benefício de 1,7 milhão de famílias. Na área de saneamento, os 1.291 empreendimentos contratados na primeira etapa do PAC levarão água potável a 5,6 milhões de famílias, esgoto sanitário a 5,1 milhões e obras de drenagem a 1,4 milhão de famílias”, concluiu o ministro das Cidades.

    Novos eixos – O PAC 2 tem investimento previsto de R$ 1,59 trilhão e é divido em seis novos eixos que abrangem projetos de infraestrutura em todo o Brasil, são eles: PAC Cidade Melhor, PAC Comunidade Cidadã, PAC Minha Casa, Minha Vida, PAC Água e Luz para Todos, PAC Transportes e PAC Energia.

    Cidade Melhor O PAC Cidade Melhor conta com investimento total de R$ 57,1 bilhões e tem como objetivo enfrentar os principais desafios das grandes cidades na área de saneamento, prevenção em áreas de risco, mobilidade urbana e pavimentação entre os anos 2011 e 2014.

    Saneamento – A área de saneamento conta com investimento de R$ 22,1 bilhões proporcionando aumento da cobertura de coleta e tratamento de esgoto, proteção dos mananciais e despoluição de cursos d’água e diminuição de doenças causadas pela falta de saneamento básico no país. A ampliação do tratamento de resíduos sólidos também está incluído.

    Deslizamentos – Para prevenir outros deslizamentos está previsto para as áreas de risco investimento de R$ 11 bilhões. Obras de drenagem e contenção de encostas vão preservar mais vidas e reduzir perdas materiais, além de reduzir áreas vulneráveis a deslizamentos.

    Transporte e mobilidade – Projetos de inclusão e ampliação de sistemas de transporte público coletivo nos grandes centros urbanos, como metrô, Bus Rapid Transit (BRT) e corredores para passagens de ônibus, vão receber o valor de R$ 18 bilhões.

    Outros R$ 6 bilhões serão investidos em pavimentação, calçadas, sinalização e obras de drenagem. Os recursos serão destinados a regiões de baixa renda densamente ocupados e com infraestrutura precária. 

    PAC Água e Luz para Todos Obras de ampliação dos sistemas de abastecimento de água receberão R$ 13 bilhões. Serão selecionados projetos de construção de adutoras, estações de tratamento, reservatórios, além da substituição de redes de distribuição e da modernização dos sistemas de medição. “O objetivo é aumentar e melhorar a qualidade da cobertura dos serviços de abastecimento de água, reduzir perdas de água, regularizar a distribuição”, afirmou o ministro.  

    PAC Minha Casa, Minha Vida O PAC Minha Casa, Minha Vida é um eixo de investimentos criado pelo PAC 2 e vai abranger a ampliação de metas do Programa Minha Casa, Minha Vida, financiamentos habitacionais do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) e as obras de urbanização de favelas, antes agrupadas sob o nome PAC Urbanização de Favelas.

    Com o novo eixo PAC Minha Casa, Minha Vida, o governo Federal visa a construção de mais 2 milhões de moradias no Brasil com aquecimento por energia solar para famílias de baixa renda, com investimento de R$ 278,2 milhões – a obrigatoriedade da implantação de energia solar compreende projetos das regiões Sul, Sudeste e Centro-oeste.

    Desse total, serão destinados R$ 71,7 bilhões a financiamentos nos moldes do atual Programa Minha Casa, Minha Vida. Desse montante, R$ 62,2 bilhões virão do Orçamento Geral da União e mais R$ 9,5 bilhões de subsídios do FGTS. Dos 2 milhões de novas moradias, 1,2 milhão serão construídas para famílias com renda de até R$ 1.395 – o que corresponde a 60% do volume de recursos.

    O PAC Minha Casa, Minha Vida ainda prevê investimentos de R$ 176 bilhões em financiamentos habitacionais com recursos do SBPE e mais R$ 30,5 bilhões em obras de urbanização de assentamentos precários.


    Ministério das Cidades
    Assessoria de Comunicação
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